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Distrito Sala

Entrevista sobre o espetáculo "40 e Então?"

16-01-2018

Entrar nos “entas” a celebrar a vida! A Produtora Sandra Faria apresenta em palco três mulheres, dezenas de pares de sapatos, desabafos sobre a vida, risos, choros e emoção... Para ver no Coliseu de Lisboa, a 9 de março de 2018.

Entrevista sobre o espetáculo "40 e Então?"

"40 e Então?"

Qual o segredo do sucesso de “40 e Então?”?

Penso que se deve a vários motivos. Às atrizes e ao trabalho que desenvolvem ao longo da peça: três mulheres extraordinárias, com uma dinâmica entre elas muito cativante, e o público reconhece isso. Depois, aos textos, todos eles escritos por mulheres cujas experiências e reflexões relativas à passagem pelos 40 atribuem um tom de veracidade à peça, que os espectadores identificam facilmente, conferindo uma dimensão muito pessoal ao espetáculo.

 

 

Nesta peça estão representadas as mulheres portuguesas, ou apenas estereótipos das mulheres de 40 anos?

 

Nem uma coisa nem outra. Diria que encontramos mulheres na casa dos 40 a interpretar várias situações que podem acontecer a qualquer pessoa. Sem recorrer a estereótipos, pelo contrário. A ideia central é mesmo desconstruir as ideias feitas, deitar abaixo os clichés. São mulheres, ponto final.

 

 

Como é que as atrizes se prepararam para encarnar personagens tão intensas e complexas?

 

As atrizes tiveram dois meses intensivos de ensaios e foram acompanhadas pela encenadora Sónia Aragão, que fez um trabalho incrível.

 

 

Que mensagens é que esta peça pretende passar ao público?

 

A ideia de que a idade não é impeditivo de nada, mulheres são mulheres independentemente das suas idades, continuam a sentir, a sentir desejo, a ter epifanias que lhes mudam a vida. Acima de tudo, passa a ideia de que em todas as idades há coisas boas e novas para descobrir. E que o sentido de humor é a melhor ferramenta para lidar com, praticamente, tudo na vida.

 

 

Depois de “Confissões das Mulheres de 30” e “40 e Então?”, o que é que se segue?

 

Por enquanto não há nada pensado, mas gostava muito de saber que aventuras vão viver estas mulheres daqui a dez anos. Penso que o público também. Veremos.

 

 

Sandra Faria, Produtora (Força de Produção)

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