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Detalhe Evento
CCN Ballet de Lorraine-Merce Cunningham Petter Jacobsson &Thomas Caley

CCN Ballet de Lorraine-Merce Cunningham Petter Jacobsson &Thomas Caley

Teatro & Arte | Dança

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Intervalo

Com Intervalo.

Promotor

Ágora - Cultura e Desporto do Porto, E.M., S.A.

Breve Introdução

CCN BALLET DE LORRAINE MERCE CUNNINGHAM / PETTER JACOBSSON & THOMAS CALEY
For four walls + RainForest + Sounddance

França France
Dança Dance
Estreia nacional national premiere

RIVOLI Grande Auditório
12.00 1.40h (com 2 intervalos with 2 intermissions) 12


Merce Cunningham, um dos maiores artistas americanos, cuja carreira de sete décadas se distinguiu pela constante inovação e expansão das fronteiras das artes performativas, regressa ao Porto, num programa apresentado pelo CCN - Ballet de Lorraine, em comemoração do 100º aniversário do seu nascimento. Cunningham, que criou mais de 200 obras, parcialmente em colaboração com John Cage na música e Robert Rauschenberg na cenografia, desenho de luz e figurinos, renovou radicalmente o panorama da dança e apresenta-se no Teatro Rivoli num ciclo feito de ícones, após assistirmos aos trabalhos de Lucinda Childs e Trisha Brown em fevereiro de 2019. A companhia francesa, sob a direção artística de Petter Jacobsson, é atualmente uma das mais importantes da Europa, apresentando criações contemporâneas bem como revisitando repertório moderno, e traz-nos duas peças de Merce Cunningham. RainForest, ícone da colaboração cenográfica com Andy Warhol com a instalação Silver Clouds, e Sounddance, onde mais uma vez está presente David Tudor na composição sonora. Por sua vez, For four walls, uma criação de Petter Jacobsson e Thomas Caley para o Ballet de Lorraine, revisita texto e coreografias de Cunningham e uma partitura de piano de John Cage, seu colaborador de longa data.

FOR FOUR WALLS

For four walls é uma criação que incorporou o texto e coreografia de Merce Cunningham com uma partitura para piano de John Cage. Depois da sua estreia e única apresentação em 1944, a peça foi esquecida, até que no final dos anos 70, o pianista Richard Bunger descobriu a partitura perdida, entre os manuscritos de Cage. Encontramo-nos ainda no início da colaboração entre Cage e Cunningham, que precede o trabalho que hoje lhes atribuímos. Trata-se de uma peça de juventude, plena de emoções. For four walls é um desejo de viajar pela divisão, pelo indivíduo e pela história que partilhamos. A divisão é um espaço rodeado de espelhos que tanto dá a impressão de ser fechado como não, consoante as situações. Definindo o infinito, atravessando-o ou pretendendo ser um espaço de reflexão, é um lugar para nos lembrar que pertencemos a esses espaços interligados e às suas temporalidades. For four walls é um não-lugar, vulnerável, em perpétuo movimento.

RAINFOREST

O título para RainForest surgiu das memórias de infância de Cunningham sobre o noroeste e a floresta da Península Olímpica, nos EstadosUnidos. A peça de 1968 inclui a instalação Silver Clouds de Andy Warhol - uma grande quantidade de balões Mylar em forma de almofada, que flutuam livremente no ar, envolvem os seis corpos e lembram essa densa floresta tropical. Para dar aos figurinos uma aparência mais crua, Jasper Johns cortou com uma lâmina de barbear os collants e calças cor de pele dos intérpretes. A música é da autoria de David Tudor, na sua primeira colaboração com a companhia do coreógrafo e evoca o chilrear e o tagarelar de pássaros e animais. RainForest apresentou-se pela última vez no Rivoli no âmbito da Porto 2001, Capital Europeia da Cultura.

SOUNDDANCE

Sounddance é considerada uma das peças mais amadas de Merce Cunningham, tanto pelo público como pela crítica. Cunningham criou a Sounddance após uma temporada de nove semanas no Ballet Opera de Paris, em 1973, onde compôs Un Jour ou Deux. Esta obra é um caos organizado, rápido e vigoroso, contrariando a uniformidade e o uníssono do ballet. O palco é dividido ao meio por uma delicada cortina dourada, desenhada pelo artista Mark Lancaster, acrescentando um sentido à coreografia frenética e feita de sobreposições, como se estivéssemos a assistir um cosmos de dança em miniatura através de um microscópio. Os bailarinos entram no palco empurrados pela cortina e saem como que sugados por ela e pela poderosa composição sonora de David Tudor.

Ficha Artística

FOR FOUR WALLS
Coreografia Petter Jacobsson, Thomas Caley
Música John Cage ( Four Walls, ato 1)
Bailarinos Esther Bachs Viñuela, Amandine Biancherin, Inès Depauw, Angela Falk, Inès Hadj-Rabah, Margaux Laurence, Laure Lescoffy, Valérie Ly-Cuong, Emilie Meeus, Elsa Raymond, Céline Schoefs (13 novembro), Jonathan Archambault, Alexis Bourbeau, Charles Dalerci, Nathan Gracia, Léo Gras, Tristan Ihne, Matéo Lagière, Afonso Massano, Rémi Richaud, Willem-Jan Sas, Jean Soubirou, Luc Verbitzky (14 novembro)
Pianista Vanessa Wagner
Cenografia Petter Jacobsson, Thomas Caley
Figurinos Petter Jacobsson, Thomas Caley, Martine Augsbourger, Annabelle Saintier
Desenho de luz Eric Wurtz
Coprodução Chaillot Théâtre national de la Danse

RAINFOREST
Coreografia Merce Cunningham
Música David Tudor (Rainforest)
Bailarinos Angela Falk, Margaux Laurence, Elsa Raymond, Alexis Bourbeau, Tristan Ihne, Luc Verbitzky (13 novembro), Esther Bachs Viñuela, Inès Depauw, Céline Schoefs, Jonathan Archambault, Nathan Gracia, Willem-Jan Sas (14 novembro)
Músicos Etienne Caillet e Ben Unzip
Cenário Andy Warhol (Silver Clouds)
Figurinos Jasper Johns
Desenho de luz Aaron Copp
Encenação Cheryl Therrien, Ashley Chen

SOUNDDANCE
Coreografia Merce Cunningham
Música David Tudor (Untitled 1975/1994)
Bailarinos Amandine Biancherin, Inès Depauw, Margaux Laurence, Valérie Ly-Cuong, Céline Schoefs, Charles Dalerci, Nathan Gracia, Tristan Ihne, Willem-Jan Sas, Luc Verbitzky (13 novembro), Esther Bachs Viñuela, Angela Falk, Inès Hadj-Rabah, Margaux Laurence, Laure Lescoffy, Jonathan Archambault, Léo Gras, Matéo Lagière, Rémi Richaud, WillemJan Sas (14 novembro)
Músico Etienne Caillet
Cenários, figurinos e desenho de luz Mark Lancaster
Encenação Thomas Caley, Meg Harper
Direção de ensaios Thomas Caley

Notas Suplementares

O regresso ao Teatro Municipal do Porto foi planeado cuidadosamente, salvaguardando as devidas medidas de segurança. Sabemos que o desejo de voltar aos espaços públicos, aos teatros, à descoberta que só se concretiza na partilha do mesmo espaço físico deve ser providenciado com todas as precauções e garantindo as normas de segurança necessárias. Regressar ao Rivoli e ao Campo Alegre será encontrar dois teatros completamente equipados e preparados para receber da melhor maneira públicos, artistas e equipas. Bem-vindos de volta!

Medidas preventivas COVID-19:

Utilize sempre a sua máscara.
Gel desinfetante de mãos disponível.
Respeite a distância de segurança (2 metros).
Respeite a lotação de cada espaço.
Respeite o lugar que lhe é atribuído.
Evite a utilização de elevadores.
No final do espetáculo, aguarde orientação dos assistentes de sala

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