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Distrito Sala
Detalhe Evento
FIRE! — Mats Gustafsson, Johan Berthling e Andreas Werlin

FIRE! — Mats Gustafsson, Johan Berthling e Andreas Werlin

Música & Festivais | Jazz

Galeria Zé dos Bois

Galeria
Classificação Etária
Maiores de 16 anos
Bilhete Pago
Todas as Idades
2020
mai
02
Realizado

Duração

180 minutos

Intervalo

Sem Intervalo.

Promotor

Associação Zé dos Bois

Sinopse

Dada a proveniência geográfica dos FIRE!, com a Suécia de origem de Mats Gustafsson, Johan Berthling e Andreas Werlin colada à Noruega, é tentador e nem tão descabido quanto isso, associar a música intempestiva do trio à figura do Maelstrom: esse turbilhão de água que Edgar Allan Poe imortalizou enquanto fenómeno místico de atracção feérica. Um vortex para onde convergem num estado incendiário as forças do jazz, do rock, do psicadelismo ou do ruído numa sublimação monstra capaz até de arrastar para esse tumulto gravitacional músicos como Jim O’Rourke ou Oren Ambarchi sem os trucidar. Campo aberto para uma visão comum de onde todos saem ilesos, pese embora as mazelas boas deixadas por uma música tão física. Mais recentemente, e nesse mesmo espírito de comunhão no fogo, projectaram o armada da FIRE! Orchestra, numa formação mutante de quase três dezenas de músicos de diversos campos da cena escandinava que deu origem a discos comunais como ‘Enter’, ‘Exit’ ou ‘Ritual’.
Com uma discografia bem visível em quase uma década de ofício, juntam-se a esses trabalhos colaborativos discos como ‘Release’, ‘Without Noticing’ ou ‘She Sleeps, She Sleeps’ sempre pela Rune Grammofon. Lançado já este ano, ‘The Hands’ é um novo assomo de vitalidade deste power trio merecedor das maiores salvas, capaz de convocar uma audiência onde se acotovelam os obsessivos do free jazz, as hordas do doom e do metal mais esotérico, noisenicks empedernidos e gente para quem o rock é ainda espaço para a transcendência. Uma transversalidade que não é imune à destruição de qualquer hierarquia jazzística, onde o saxofone ora lânguido ora à beira da apoplexia de Gustafsson, as linhas de baixo cavernosas e narcóticas de Berthling e a bateria tempestuosa e textural de Werlin se libertam num mesmo plano de expressividade. Hipnose, electricidade, espírito e suor, com tanto de Blue Cheer ou dos momentos mais expansivos da Experience de Hendrix como da vida de Albert Ayler ou do impacto alucinatório do drone. BS

Abertura de Portas

21h00

-
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