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Distrito Sala
Detalhe Evento
DIRTY COAL TRAIN + The Act Ups + Flying Cages | FESTIVAL LUX INTERIOR

DIRTY COAL TRAIN + The Act Ups + Flying Cages | FESTIVAL LUX INTERIOR

Música & Festivais | Concerto

Salão Brazil JACC

Sala Principal
Classificação Etária
Maiores de 6 anos
Bilhete Pago
A partir dos 12 anos
2019
out
31
Realizado

Duração

120 minutos

Intervalo

Com Intervalo.

Promotor

Jazz ao Centro Clube

Breve Introdução

FESTIVAL LUX INTERIOR
DIRTY COAL TRAIN
+ The Act Ups
+ Flying Cages

O Festival Lux Interior é um projecto da editora Lux Records que pretende promover os artistas do seu catálogo, e imortalizar, ao mesmo tempo, uma das figuras mais emblemáticas e inspiradoras das bandas de rock conimbricenses - Lux Interior, líder dos Cramps.

A Lux Records foi fundada em 1996, e desde então tem dado a conhecer muita da melhor música com origem na cidade de Coimbra: Belle Chase Hotel, Tédio Boys, Legendary Tigerman,
Sean Riley & The Slowriders, D3O, Wraygunn, Bunnyranch, Tiguana Bibles, Ruby Ann & The Boppin’ Boozers, É Mas Foi-se, Ghost Hunt, António Olaio & João Taborda, Azembla’s Quartet,
Victor Torpedo, Tracy Vandal, Bodhi, The Walks, Millions, Raquel Ralha & Pedro Renato, Wipeout Beat, Birds Are Indie, Mancines, A Jigsaw, Twist Connection, Spicy Noodles, Tricycles e Flying Cages.

Mas nem só de Coimbra vive a história da Lux Records: Mão Morta de Braga, X-Wife do Porto, Unplayable Sofa Guitar e Madame Godard de Viana do Castelo, Born A Lion da Marinha
Grande, Houdini Blues de Évora, e até os Swell de São Francisco (E.U.A.) e Dean Wareham dos nova-iorquinos Luna (E.U.A.) têm a sua história marcada pelo selo da Lux Records.

Nos próximos dias 31 de Outubro, 1 e 2 de Novembro, a terceira edição do Festival Lux Interior não será só uma compilação da actividade da editora ao longo de mais de duas décadas, mas
também e principalmente, um abrir de novos horizontes para a produção musical da cidade de
Coimbra. O habitual warm up será a 11 e 12 de Outubro, no Salão Brazil.

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The Dirty Coal Train
Depois de um álbum duplo cheio de convidados a banda volta 180 graus e aponta novamente agulhas noutra direcção: um LP em formato trio gravado em 2 dias em São Paulo, Brasil durante uma das tours pela América do Sul. Maioritariamente gravado ao vivo com overdubs de voz pontuais.
O duo levou algumas ideias para trabalhar com Marky Wildstone (baterista com créditos nos Dead Rocks, uma das primeiras bandas surf rock do Brasil e nos The Mings, projecto com o Holandês Dead Elvis e o inglês Hipbone Slim) e captar tudo do modo mais cru e directo possível por Luís Tissot (que tem créditos como produtor e músico na cena lo-fi e punk de garagem brasileira e argentina, a saber: Backseat Drivers, Human Trash, Jazz Beat Committee, Jesus & The Groupies, Thee Dirty Rats, Fabulous Go-Go Boy From Alabama,... ). Única excepção no tema "dead end street" em que Ricardo andou a tirar lições dos discos de Suicide e substitui a bateria de Marky por uma caixa de ritmos manhosa.
Destaque também para o primeiro original do grupo escrito em português: "Ronda da noite" e para a conotação política em temas, interlúdios ("selvajaria") e até em baladas como "the boy with the jello heart" (em que a banda considera urgente a criação de
novas utopias e paradigmas de vida). O tema em português já citado fala em apatia e individualismo perante a necessidade de acção. A tais temáticas não será alheio o facto do clima sentido no país (Brasil) aquando da gravação e composição.
Espaço ainda para 4 versões (para originais dos The Shandells, Dead Moon, Thee Mighty Caesars e Murphy & the Mob).
No geral, um álbum "ao vivo em estúdio" sem rócócós e bastante mais cru que o anterior.
Arte da capa novamente por Olaf Jens e edição tripartida entre a habitual Groovie Records mas desta vez com Hey Pachuco Records (do Barreiro) e Vinyl Experience (de Lisboa).

Link video do single "weird Shit" no youtube: https://youtu.be/NXTVUFW0JU0
Vídeos: https://drive.google.com/open?id=1iwlhr-7om03c_1VQNHsi8rK9xA7m3Qo4

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The Act-Ups
The Act-Ups nasceram em 2001 no Barreiro.
Em 2003 editam o primeiro disco, “I bet you love us too”, banda sonora perfeita para uma festa em tom de soul, blues-punk e garage-rock.
Com a edição, em 2006, do disco “The Marriage of Heaven and Hell” atraem a atenção de um público mais vasto, percorrendo toda a Península Ibérica nos anos seguintes.
Em 2008 gravam “The Act-Ups Play The Old Psychedelic Sounds of Today”, um disco conciliador entre o passado e o presente do rock and rol. Este registo foi considerado pela Time Out Lisboa como um dos 8 melhores discos de 2008, ao lado de artistas como Mariza,
Buraka Som Sistema, Dead Combo e Mão Morta.
Após um hiato de 6 anos, período durante o qual Nick Nicotine aproveita para gravar 5 discos com a sua Nicotine’s Orchestra, os Act-Ups voltam com um novo disco: “Homo Zugadita Quasar Monacant”.
Este disco disco faz a síntese das várias linguagens e estéticas que povoam o caldeirão musical dos Act-Ups – uma viagem longa, com várias paisagens.
Em 2016, comemoram 15 anos de existência com a edição de uma compilação (LP+7”) intitulada “Something to Forget”.
A banda regressou aos palcos em 2017, com passagem por alguns festivais portugueses e uma digressão de 15 datas em Espanha e França.
Recentemente gravaram o tema “Baldie (The Bulldog)” para o disco de tributo aos Tédio Boys “Coverbilly Psychosis” que será editado pela Lux Records.
Os concertos, prometem, continuarão a ser explosivos – enormes festas pagãs onde as canções e o público ganham uma nova vida.

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FLYING CAGES
Os Flying Cages são uma banda portuguesa de indie-rock.
Os seus discos "Lalochezia" (2016) e "Woolgather" (2017) permitiram que a banda percorresse Portugal de Norte a Sul, e fizesse uma tour por Itália e por Espanha.
São mais uma das bandas que participa no álbum de tributo da Lux Records aos Tédio Boys - Coverbilly Psychosis - onde fazem uma versão de "Laramie". Neste momento estão a preparar o seu terceiro álbum de originais, que marcará a estreia para a Lux Records, e tem edição prevista para Janeiro de 2020.

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