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Distrito Sala
Detalhe Evento
BOWND + Krakatoa +That's so tapical + O corpo nunca existe em si mesmo

BOWND + Krakatoa +That's so tapical + O corpo nunca existe em si mesmo

Teatro & Arte | Dança

Sala Virtual TMP

Online
Classificação Etária
Maiores de 12 anos
Bilhete Pago
A partir dos 3 anos
2021
dez
18
Realizado

Promotor

Ágora - Cultura e Desporto do Porto, E.M., S.A.

Breve Introdução

Catarina Campos & Melissa Sousa
BOWND

BOWND baseia-se na procura de movimento ligado ao universo de boundaries (limites do indivíduo). Own (do próprio), bond (ligação) e bound (limite e salto) são palavras-chave num caminho para a construção das fronteiras do ser humano e para uma consciência e expressão mais clara sobre quem somos e quem não somos, descoberta apenas na relação com o outro.
A humanização dos limites, além do movimento, como o som corporal, som contato, som vocal, som respirado, constrói um silêncio que se vai modificando, através de uma linguagem de dança urbana contemporânea que abraça os vocabulários de hip-hop e house, bem como o movimento enraizado em cada uma das intérpretes. Catarina Campos & Melissa Sousa

Catarina Campos, em paralelo com a arquitetura, começou a dançar na All About Dance, fazendo posteriormente formação profissional em danças urbanas na academia de dança Flow, em Paris, na escola Juste Debout, em Paris, e na Instável, através da FAICC Formação Avançada em Interpretação e Criação Coreográfica. É criadora do programa formativo Your Hip Hop de Dança e Identidade. É bailarina no laboratório coreográfico de Sandrine Lescourant e em Devices, de Philippe Almeida. Cocriadora e intérprete em Ferida, Tres pas sar e Querencia. Intérprete em Expedição, de Mara Andrade e A Ideia de Europa, de Estrutura - integrados no projeto UROTRA$H, do Ballet Contemporâneo do Norte, onde também assina como criadora e coreógrafa a peça Pelo Menos 77. Atualmente, colabora com Melissa Sousa na criação do projeto Casamãe, uma plataforma para a criação e investigação artística.

Melissa Sousa estudou interpretação em dança contemporânea na UNEARTE Universidade Nacional Experimental das Artes, em Caracas, e danças urbanas na Peridance Capezio Center, em Nova Iorque. Como intérprete teve experiências profissionais com Sandrine Lescourant (Mufasa), Dana Foglia, Ladies of Hip Hop, escola Alvin Ailey e mais recentemente com três micropeças de Jorge Gonçalves, Joclécio Azevedo e Catarina Campos integradas no segmento ÁGORA de UROTRA$H do Ballet Contemporâneo do Norte. É ainda coreógrafa de En el vacío, no âmbito do laboratório coreográfico da Instável, e fundadora e codiretora artística do festival de danças urbanas LOOP. Atualmente, colabora com Catarina Campos na criação do projeto Casamãe que alberga criações de índole artística.

Sara Santervás
Krakatoa

O dia em que a Terra berrou. Uma erupção de extrema violência arrasa sem piedade, deixando atrás dela um horizonte de instabilidade, fazendo tremer o chão debaixo dos pés. Um corpo é sacudido, submetido e devastado pela força implacável da natureza. Através do vigor, Krakatoa pretende oferecer uma janela pela qual olhar a viagem interior de uma experiência, a verdade íntima em carne viva de um corpo, na qual é explorada a face mais dolorosa de se sentir dominado pelo caos. Sara Santervás

Sara Santervás (Úbeda, Espanha, 1994) estudou flamenco, escola bolera e dança espanhola. É formada em biomedicina pela Universidade de Sevilha e em genética e evolução humana pela Universidade de Granada. Trabalhou na área de mecanismos de reparação molecular do ADN. Estudou dança contemporânea no Conservatório Profissional de Dança Reina Sofía de Granada. Em 2018 chega à cidade do Porto, onde conhece Mafalda Deville. Trabalha como intérprete de dança com artistas internacionais Mafalda Deville, Elisabeth Lambeck e Joan Jonas e companhias locais Esquiva - Companhia de Dança e Oficina Zero. Krakatoa é o seu primeiro trabalho como criadora e intérprete.


Laura Daelemans & Margarida Constantino
Thats so tapical

A nossa sociedade é construída em círculos. Ocasionalmente, quando nos atrevemos a escapulir do nosso círculo de conforto, somos confrontados com uma nova perspetiva da realidade. Thats so tapical é uma narrativa sobre a ficção e o indubitável, sobre a história que se conta e a que se abafa. É sobre opressão. É um "recreio" para o pensamento nas diferentes dimensões das nossas personagens, em contraste com a realidade que é verbalizada. É sobre a verdade. São as ideias que ridicularizamos na mente sob uma lupa, na matriz social. É o domínio do real sobre a quimera insana. É sobre a verbalização do absurdo que é humor e da tensão que é euforia. Laura Daelemans & Margarida Constantino

Laura Daelemans é uma coreógrafa, intérprete e ilustradora, natural da Bélgica e residente nos Países Baixos. Começou a dançar aos treze anos e estudou no Kunsthumaniora for Contemporary Dance-Anturpia, na Bélgica, e na Universidade de Artes ArtEZ, em Arnhem, onde de licenciou em 2021. Como bailarina apresentou trabalhos de Roser López Espinosa, Anton Lachky, Katja Heitmann, Hélder Seabra e Eldad Bem-Sasson. Além dos seus estudos em dança contemporânea, pratica sapateado e frequentou aulas de teatro no departamento de teatro da ArtEZ. Daelemans dedica-se a criar peças no âmbito da comédia trágica. As suas peças mais recentes são Royal Oak para a companhia SALLY Dansgezelschap Maastricht, Total Eclipse no teatro De Nieuwe Oost e Tea Time em cocriação com Daniëlle Huyghe.

Margarida Constantino é uma coreógrafa e bailarina natural do Porto. É licenciada pela Universidade de Artes Artez, em Arnhem, com uma especialização em teoria e investigação artística pelo programa Honors. Começou o seu percurso nas artes na Academia de Música de Vilar do Paraíso e no Ginasiano, tendo passado também pela ESD Escola Superior de Dança de Lisboa. Durante o seu percurso nos Países Baixos apresentou trabalhos de Marco Goecke, Elias Lazaridis -Sidi Larbi / Eastman Foundation, Trisha Brown com Eva Karzach, Roser Lopez Espinosa, Krisztina de Châtel, Eldad Ben-Sasson, entre outros. Trabalha atualmente como bailarina para Nicole Beutler Productions e como coreografa freelancer. No último ano apresentou várias peças, entre elas 21, uma performance para 3 bailarinos, no teatro Korzo, em Haia.

Poses simples e aleatórias executadas por corpos desprovidos de identidade em tempos curtos e controlados. É desta maneira que cinco performers utilizam as suas massas corpóreas ora para remeterem à dança ora para lembrarem a escultura. Em alusão à escultura surrealista de Man Ray, Objeto a ser destruído (1923), além de leituras pautadas por narrativas e efeitos imprevisíveis, há uma clara proposta de observação ritmada da obra quando um metrónomo é acionado para propor andamentos variados. Tales Frey


Tales Frey é um artista transdisciplinar representado pela Galeria Verve de São Paulo. Com doutoramento em estudos teatrais e performativos pela Universidade de Coimbra, tem apresentado os seus trabalhos em diversos eventos e instituições nacionais e internacionais: The Kitchen e Satellite Art Show, em Nova Iorque; museu les Abattoirs, em Toulouse; MACRO Museo dArte Contemporanea di Roma, em Roma; Centro Municipal de Arte Helio Oiticica, no Rio de Janeiro; BienalSur, em Buenos Aires; Akureyri Art Museum, na Islândia; TSB Bank Wallace Arts Centre, em Auckland; Galeria Labirynt, na Polónia; Defibrillator Gallery, em Chicago; Kuala Lumpur 7th Triennial Barricad, em Kuala Lumpur; The Biennial 6th Bangkok Experimental Film Festival, em Bangkok; Tentre outros.


Desde a sua criação em 2012 que o ciclo Palcos Instáveis incentiva o trabalho de criadores emergentes da cidade do Porto e do Norte do país. Com a assinatura da Instável Centro Coreográfico e a coprodução do Teatro Municipal do Porto, os Palcos Instáveis facilitam residências artísticas de criação, a produção, a comunicação e apresentação de novas obras, possibilitando o cruzamento de experiências artísticas e oferecendo à cidade o contacto com linguagens coreográficas emergentes.

Notas Suplementares

No seguimento das novas medidas da Direção-Geral da Saúde (DGS), a partir de quarta-feira, dia 1 de dezembro, para assistir a espetáculos no Teatro Municipal do Porto Rivoli e Campo Alegre , será necessário apresentar certificado digital de vacinação ou recuperação válidos ou ainda certificado de testagem negativo (teste PCR realizado nas 72h antes do espetáculo; teste antigénio realizado nas 48h antes do espetáculo; não são admitidos autotestes).

As crianças até aos 12 anos estão dispensadas de apresentação de Certificado Digital Covid da UE.M

edidas preventivas COVID-19:

Utilize sempre a sua máscara.
Gel desinfetante de mãos disponível.
Respeite a distância de segurança (2 metros).
Respeite a lotação de cada espaço.
Respeite o lugar que lhe é atribuído.
Evite a utilização de elevadores.
No final do espetáculo, aguarde orientação dos assistentes de sala

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